Pelo menos 2 pessoas mortas e 23 feridas – esta é a resposta da Rússia aos esforços de paz e às tentativas de terminar a guerra.
Em 24 de maio, a Rússia lançou um dos maiores ataques contra Kyiv, utilizando cerca de 600 drones, dezenas de mísseis balísticos, mísseis balísticos lançados do ar e mísseis de cruzeiro, bem como um míssil balístico de médio alcance (IRBM) simulado.
As regiões de Cherkasy, Kharkiv, Kropyvnytskyi, Odesa, Poltava, Sumy e Zhytomyr também foram alvo de ataque.
Agora é o momento de fortalecer a Ucrânia, não de recuar ou ceder ao agressor.
«Apelamos a capacidades de defesa adicionais, incluindo para proteger o nosso espaço aéreo; investimento na nossa indústria de defesa; aumento da pressão sobre a Rússia, incluindo a proibição de entrada de combatentes russos e a utilização total dos ativos congelados; decisões políticas firmes no que diz respeito à adesão da Ucrânia à UE e outras medidas», sublinhou o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha.